J. S. Bach – Matthäuspassion (Naxos)

Matthäuspassion

 

Sobre o CD

Apesar de ainda não ser um grande conhecedor das performances desta grandiosa peça que é a “Paixão segundo são Mateus”, de Bach, posso dizer que não se trata de má gravação. É uma peça grandiosa, para ser ouvida independente de qualquer coisa ao seu redor, em silêncio. Penso que o próximo upload desta peça será bem melhor, pelo menos aos meus ouvidos, que se sentem mais confortáveis com coros de garotos do que com mulheres, pois se tratará da versão com o Thomanerchor e o Dresdner Kreuzchor, sendo que o nosso querido Bach já foi um Thomaskantor. Esta gravação, no entanto, conta com a participação do bom Hungarian Radio Children’s Choir.

Dados do CD

Número de Faixas: 68
Taxa Bitrate: 320kbps
Gênero: Música clássica

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O sacrifício (1986)

offret

 

Sobre o filme

Tal qual o “Love Exposure”, eu não sei mesmo o que falar deste filme. É como uma amiga minha me falou: este filme mal cabe em nosso corpo, quanto mais em palavras. Todos os filósofos que dizem que o conhecimento só pode existir quando enunciado, expresso, posto em algum tipo tipo de signo: saibam que o meu signo é a vivência. Este filme não se deixa levar por nenhuma escrita. Por isso que sua sinopse é a mais mentirosa de todas. Não ao reducionismo da linguagem. Se é possível dizer algo do filme, então que digamos que ele trata da linguagem, do Verbo judaico-cristão. De certa forma, é a crítica mais forte contra este que eu já vi. Mas, o filme não se reduz a isso.

Dados do filme

Título original: Offret
Lançamento: 1986
País de origem: Suécia
Duração: 149 minutos
Direção: Andrei Tarkóvski
Resolução: 1280×768

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Love Exposure (2008)

love exposure

 

Sobre o filme

Simples: pode haver muito a ser falado sobre o filme. Abstenho-me, porque não sou capaz de fazê-lo. Impressionante apenas.

Dados do filme

Título original: 愛のむきだし (Ai no mukidashi)
Lançamento: 2008
País de origem: Japão
Duração: 237 minutos
Direção: Sion Sono
Resolução: 640×352

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Paisagem na Neblina (1988)

paisagem na neblina

Sobre o filme

Antes de qualquer coisa, este filme necessita de silêncio. Não o silêncio como a falta de palavras, como negatividade, nada, mas como potência expressiva e afirmativa de algo. Pois o filme começa rápido, também o espectador tem de se colocar nesse mundo grego contemporâneo com velocidade alta. Quando eu o assisti pela primeira vez, pensei ter baixado a segunda parte do filme sem querer (apesar de o filme não ter duas partes), mas, com paciência, percebi que o filme não podia ter começado de outra forma. Mas, por que é um filme que exige o silêncio? Geralmente, filme com adultos e pessoas mais velhas é que exigem o silêncio, como o Amour, de Haneke. O caso, aqui, no entanto, é que há muito sendo dito, toda hora, a todo instante. “A criança não para de dizer o que faz ou tenta fazer”, já dizia um filósofo. Precisamos ficar muito silenciosos para entender o que elas estão dizendo, por mais que estejam de boca fechada (apesar de todos os filmes terem a capacidade de expressar algo de boca fechada, nem todos possuem personagens que estão a toda hora fazendo isto. “É um longo aprendizado do desaprender”, no caso, a falar inocentemente). Dizem, e repetem isto constantemente, que o filme é sobre duas crianças que deixam de ser crianças, que se tornam adultas porque o mundo não é bonito, é feio, é horrível, e ele quer, a todo instante, te matar. No entanto, isto é mentira. O filme, antes de tudo, é um aprendizado de potências positivas que fazem suas incursões pelas passagens do negativo, mas que sempre passam, inconsciente de revoada. “Passa, ave, passa, e ensina-me a passar!” – O não de Zaratustra só pode ser um sim enquanto afirmação da vontade. Quando a criança diz não sentir medo, não está negando, suprimindo o medo, recalcando-o, como quereriam os psicanalistas e outros moradores do negativo, mas a afirmação do seu esquecimento ativo do medo. Não há a possibilidade de falta neste filme, nada falta ao desejo. Até mesmo no desejo de se encontrar com o pai: por acaso, seria uma tentativa das crianças de completar o triângulo edípico? É uma possibilidade de interpretação, mas não a minha. Essa busca é a tentativa de captura. É o mesmo que acontece com o personagem de O castelo, K., que busca capturar algo do castelo, entender algo, não por falta, mas por força dos instintos, como diria Nietzsche. O pai e o castelo são mentirosos, pois busca-se por umalgum pai e castelo. Não se sabe nada deles, mas as tentativas nunca cessam. E é justamente aí que se encontra toda a positividade dessa ação que soa tão negativa a ouvidos defeituosos.

Dados do filme

Título original: Τοπίο στην ομίχλη
Lançamento: 1988
País de origem: Grécia
Duração: 120 minutos
Direção: Theo Angelopoulos
Resolução: 512×384

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O Tambor (1979)

Die Blechtrommel

Sobre o filme

Incrível: eis o que poderia resumir o filme de forma rápida, simples e sem deixar nada de lado. Ele fala sobre infinitas coisas, mas talvez seja possível falar sobre um tema principal, um bloco de terra principal com o qual todos os outros temas subjacentes se agenciam: os “terrores” dos tempos da segunda guerra mundial. Finalmente, um filme que trate sobre as micropolíticas em tempos de guerra ao invés de ficar focando sempre em Hitler, endemoninhando-o como sempre. Impressionante como que Günter Grass faz uso justamente de um personagem infantil de corpo e, ousaria dizer, de mente. O nosso tempo, pós-moderno digamos, é bastante característico no que concerne o uso deste tipo de personagem. Quer dizer, a partir do Romantismo, principalmente, que o infantil surgiu com uma força imensa, pelo fato da industrialização e escritores como Charles Dickens e Victor Hugo verem nela a maior vítima deste desenvolvimento. Desde lá, tal personagem não é retratado como um fracote, um ser que sempre tende à família, ao seio materno (claramente, a psicanálise não soube enxergar isto, cega como ela sempre foi). Dizem que o livro é o mais marcante de todos do gênero marcado como Nachkriegsliteratur (literatura pós-guerra), dizem que ele trouxe de volta a possibilidade de literatura. Algum dia eu o lerei.

Dados do filme

Título Original: Die Blechtrommel
Lançamento: 1979
País de Origem: Alemanha
Duração: 124 minutos (não é o director’s cut)
Direção: Volker Schlöndorrf
Resolução: 640×384

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Pokémon Reorchestrated – Kanto Symphony (2012)

Sobre o CD

Skotein fez um trabalho de mestre de fato. As reorquestrações foram benfeitas, adicionou um colorido muito maior àquelas clássicas músicas da série Pokémon. O que poderia ser dito que há de ruim são músicas como “Lavender Town”, que perdeu bastante daquele sentimento misterioso ao extremo que o original tinha, chegando a criar vários mitos acerca da música.

Dados do CD

Número de Faixas: 35
Taxa Bitrate: 320kbps
Gênero: Reorquestração

Faixas

01 – Shelf of Memories (Prelude)
02 – Red and Blue (Opening Theme)
03 – Dreams and Adventures (Oak’s Opening Speech)
04 – Pallet Town
05 – Oak Research Lab
06 – The Road To Viridian City
07 – Battle! VS Wild Pokémon
08 – Viridian City (& Pewter City, Saffron City)
09 – Pokémon Center
10 – Viridian Forest
11 – Show Me Around, Old Man!
12 – Battle! VS Trainer
13 – Mt. Moon
14 – Red’s Journey (the Road To Cerulean City)
15 – Cerulean City (& Fuschia City)
16 – Pokémon Gym
17 – Battle! VS Gym Leader (& Elite Four)
18 – Vermilion City
19 – SS Anne
20 – Beyond Rock Tunnel (the Road To Lavender Town)
21 – Bicycle
22 – Lavender Town
23 – The Ghost of Pokémon Tower
24 – Celadon City
25 – Celadon Game Corner
26 – Team Rocket Hideout
27 – Silph Co. Under Siege
28 – Ocean Waltz (Surfing)
29 – Cinnabar Island
30 – Pokémon Mansion
31 – Evolution
32 – Present Your Badges (Indigo Plateau)
33 – The Final Showdown! VS Champion Rival
34 – Into the Hall of Fame
35 – Ending

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DBZ e DB Kai – A batalha de Gohan

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