Motoi Sakuraba – Infinite Undiscovery (2008)

Sobre o CD

Se alguém quisesse começar a conhecer a obra de Motoi, eu recomendaria essa trilha antes de todas (mesmo antes das séries “Tales of…” e “Valkyrie”). Faria porque em nenhum outra trilha eu pude enxergar um Motoi tão violento e ao mesmo tempo pacífico quanto esse, um Motoi tão impressionante quanto esse. Nesse CD há uma variedade enorme de músicas que vão desde piano solo até músicas orquestradas as mais ferrenhas (como Cleaving Blade) até as mais “bonitinhas” (como Bridge to Happiness).

Justo com Chrono Cross essa é uma das melhores trilhas sonoras feitas por algum japonês.

Dados do CD

Número de Faixas: 78
Taxa Bitrate: 320kbps
Gênero: Soundtrack

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Impact Fuze – Moscow (2011)

Sobre o CD

Não tenho muita crença na qualidade das músicas de muitas bandas de jazz fusion ou até mesmo de jazz hoje em dia. Grande maioria são músicos que estão aí no meio há bastante tempo. Mas admito que Impact Fuze é uma grande exceção.

Dados do CD

Número de Faixas: 8
Taxa Bitrate: 320kbps
Gênero: Jazz Fusion

Faixas

01- Focused Power
02- Gladiator
03- IDEA
04- Lost in Found
05- Moscow
06- Punisher
07- Song For Elena
08- The way to itself

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Kings Of Convenience – Quiet Is The New Loud (2001)

Kings of Convenience é um duo de Indie-Folk/Indie Pop da Noruega. O som deles geralmente é comparado a Beirute, Feist, Bon Iver, City And Colour, Fleet Foxes, Edward Sharpe And The Magnetic Zeros entre outras bandas de Indie-Folk que vem ganhando notoriedade atualmente, ainda assim tem uma sonoridade original em relação aos músicos, individualmente falando, pois seus trabalhos solos seguem a mesma linha de som.

O disco em si traz a sonoridade característica do duo, dois caras que sabem compor e tem vozes perfeitas para o estilo. Em destaque se tem a música “Toxic Girl”, no meu caso essa música foi como “Fluorescent Adolescent” no caso do Arctic Monkeys, aquela música que passa no Loop do player e você ouve 3 vezes antes de pensar “porra, que música foda”.

Kings Of Convenience me conquistou fácil por ser aquilo que eu geralmente gosto de escutar quando acordo, quando vou dormir, quando estou em crise e quando estou depressivo (que somando dão 80% da minha vida), logo, eu passei a ouvir Kings Of Convenience com muita frequência muito grande, tentando acalmar os nervos e pensar em coisas boas em momentos que eu pensei em esfaquear certas pessoas.

As letras do duo são muito bem escritas, mais uma vez, citando “Toxic Girl” como minha favorita quando eles cantam “She’ll talk to you with no one else around, but only if you’re able to entertain her” e com uma observação que eu adoro no clipe dessa música: Erlend aparece como a pessoa que tem um amor platônico e Eirik aparece como namorado (ou ficante, porque sinceramente, a “Toxic Girl” é uma vadia…) desse amor platônico de Erland, dando um ar de Erlend “Loser” na história.

Recomendo para aqueles que gostam de Indie-Pop/Indie-Folk/Folk.

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Adventure Time – Season 2

Sobre a série

Está em inglês e sem legenda

Bem…nunca é demais :3

Dados da série

Criador: Pendleton Ward Diretor: Larry Leichliter
Número de episódios: 26
Resolução: 1024×768
Gênero: Comédia, Aventura, Fantasia Científica, Surrealismo

Vozes

Finn … Jeremy Shada
Jake … John DiMaggio
Princess Bubblegum … Hynden Walch
Lady Rainicorn … Niki Yang
The Ice King … Tom Kenny
Marceline … Olivia Olson

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Laszlo – Radial Nerve (2011)

Sobre o CD

Uma das minhas maiores descobertas desse ano, admito. Um compositor que consegue misturar gêneros de uma forma que me impossibilita de falar qual seu gênero. Há algo de eletrônico, clássico…sei lá. É o tipo de músico que é para ser muito bem apreciado, dançado e tudo mais.

Dados do CD

Número de Faixas: 11
Taxa bitrate: 320kbps
Gênero: Eletrônico, Dubstep, …

Faixas

01- Radial Nerve
02- NRV
03- Saintonge
04- Zeitgeist
05- Mr. Sunshine
06- Rhodesy
07- Satori
08- Dulcimer vs Music Box
09- Lydia’s Dream
10- Anatolia
11- Bohemian Groove

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Fleet Foxes – Helplessness Blues (2011)

Fleet Foxes é uma banda de Indie Folk formata em Seattle no ano de 2006 que vem ganhando grande notoriedade no cenário atual após o lançamento do seu disco “Helplessness Blues”.

Uma coisa engraçada a respeito da MTV Brasil é que a mesma entrou em decadência a partir de 2006. A emissora ficou totalmente a par do cenário pop sendo assim considerada uma emissora “vendida”. Lembro de programas como o Lab MTV que tinham aquelas opções de “pegação sms” onde você mandava um sms pra MTV enquanto passava o MTV Lab com o seu nome e o nome da pessoa que você queria pegar e saía em tempo real na tela as chances de vocês darem certo… enfim, puro marketing (o que existe até hoje por lá, mas com intensidade menor). O fato é que, de tempos pra cá a MTV está se virando mais para a tentativa de educação musical e apresentação do underground para seus espectadores, tanto que programas como “Goo”, “Big Audio” e “Na Brasa” entraram para a grade de programas da emissora, apresentando bandas do underground brasileiro e gringo, sem falar no direcionamento ao Rap brasileiro (fazendo Criolo entrar, de certo modo, no “mainstream” e Emicida ganhar o  VMB 2011 como artista do ano) chegando novamente ao ponto do MTV Lab que mostra bandas que começam a fazer sucesso nos cenários underground e mainstream atual do mundo (sendo esses gringos, brasileiros, experimentais, revival, ou de qualquer estilo/nacionalidade) e é aí que entra o Fleet Foxes.

Certo dia, vendo o MTV Lab, eu me deparo com o clipe de “Grown Ocean” e me apaixono pela sonoridade da banda. Não é a primeira vez que acontece isso pela MTV atual, porém, sempre que acontece eu dou um jeito de anotar o nome da banda em questão, visto que as bandas apresentadas atualmente são, de certo modo, geniais.

Fleet Foxes apresenta uma sonoridade Folk com violões bem trabalhados (visto que as raízes musicais do vocalista estão relacionadas a Bob Dylan). As faixas “Helplessness Blues” e “The Shrine/An Argument” mostram a essência do Folk bem reproduzido com aquele modo BEM “CAIPIRA” de ser tocado, o que agrada amantes do gênero tendo ainda assim linhas de baixo geniais e uma linha de bateria destacante em “Grown Ocean” onde Joshua Tillman usa e abusa dos pratos.

Em resumo: “Helplessness Blues” é um disco realmente muito bom e bem trabalhado com linhas instrumentais muito boas e uma produção impecável. É semelhante a Band Of Horses, Edward Sharpe And The Magnetic Zeros e Arcade Fire.

Gênero: Indie Folk/Alternative Indie Rock

Número De Faixas: 12

Ano: 2011

Faixas:
1.”Montezuma”
2.”Bedouin Dress”
3.”Sim Sala Bim”
4.”Battery Kinzie”
5.”The Plains / Bitter Dancer”
6.”Helplessness Blues”
7.”The Cascades”
8.”Lorelai”
9.”Someone You’d Admire”
10.”The Shrine / An Argument”
11.”Blue Spotted Tail”
12.”Grown Ocean”

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Cemitério dos Vagalumes [Grave of the Fireflies] (1988)

Sobre o filme

Um filme forte e bonito. Eu nunca imaginei assistir a um desenho a ter como trabalho final algo do tipo. Sempre se pensa que o desenho é a forma do homem escapar da realidade, botar ali naquela animação algo animado, de fato, algo como uma visão do que um mundo bonito e perfeito deveria ser, tendo, é claro, algumas adversidades, senão não há história. Mas não é o caso. Aqui é mostrada, acima de tudo, a realidade, a ultrarrealidade em que vivemos. Por que “ultra”? Porque é real demais. Na teatro trágico grego quando, por exemplo, Édipo arranca seus olhos, ele sai do palco e volta com sangue nos olhos: não se mostrava o ato mesmo. Tudo bem que aí há a questão de que a plateia não entenderia a diferença entre ficção e realidade, mas ainda assim: esse é o nosso legado e isso explica muito de nós. Por isso, acredito, desejamos assistir a filmes de comédia romântica ou a um outro qualquer: quando estamos a assistir a um filme não queremos saber da realidade, não desejamos estar ali para ver no que vivemos. Mas esse filme inteiro é uma imoralidade – pois “o ato imoral é um convite para o mundo real”. Talvez isso seja o que mais me atraia no cinema japonês.

É um filme para ser visto com cuidado.

Dados do filme

Título Original: 火垂るの墓 (Hotaru no Haka)
Gênero: Tragédia, Animação
Lançamento: 1988
País de Origem: Japão
Duração: 88 minutos
Direção: Isao Takahata
Resolução: 640×480

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